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Mendoza - Tour do Vinho by Bike Imprimir E-mail
Escrito por Beto Torres   

A região de Mendoza é a principal região de vinhedos da Argentina. São mais de 1300 vinícolas sendo que, destas, mais de 130 estão abertas ao público para visitação. O tour das vinícolas é realizado na região de Maipú, ondeDSC01606_1 aproximadamente 15 kilômetros separam a primeira vinícola da última.

Na cidade é possível encontrar grande quantidade de empresas que fazem o tour - pegam você no hotel e levam a duas vinícolas e uma fazenda de produção de azeite de oliva. O preço aproximado é de 70 reais. Antes que questione porque só duas vinícolas, vale dizer que as visitas guiadas são muito semelhantes e depois da segunda ou terceira você já quer passar direto para a degustação.

Uma outra forma de se fazer o tour é alugando bicicletas.
Você se desloca até a região de Coquimbito, em Maipú, de táxi ou de ônibus (linhas 172, 172 ou 173 a partir do centro da cidade) e lá aluga uma bike para fazer o percurso, por 25 pesos o dia - incluso uma garrafinha de água e um copo de suco. Na loja você recebe um mapinha que tem as principais vinícolas com as distâncias aproximadas (é possível visitar vinícolas a 1 km a até 15 km). Uma das empresas mais conhecidas é a Mr. Hugo, alugamos as nossas na Maipú Bikes.

Enfim, com o espírito aventureiro a solta, tomamos um ônibus rumo à Coquimbito Maipú. De onde estávamos - Hotel Ibis em Guaymallen, precisamos tomar dois ônibus, pegamos o 162 e pedimos ao motorista que nos deixasse em um local onde pudéssemos  tomar o ônibus grupo 10, linhas 171 ou 172, para fazer o segundo trajeto e descemos próximo à loja (você pode pedir ao motorista para descer próximo à rotatória das vinícolas).

Dica preciosa - caso queira fazer esse roteiro de ônibus, é importante saber que os ônibus de Mendoza não tem cobrador e você deve efetuar o pagamento em uma máquina no próprio ônibus. Detalhe: só aceita moedas e não dá troco, portanto trate de trocar moedas antes de tomar o ônibus! E isso não é uma tarefa fácil! Para voltarmos ao hotel, não conseguimos trocar moedas em nenhum lugar e tivemos que pedir auxílio ao motorista. Ele foi gentil e perguntou se alguém no ônibus poderia nos emprestar o cartão... E foi assim, com cartão "alugado" que conseguimos retornar ao hotel...

Chegando em Coquimbito, alugamos as bicicletas e começamos o tour. Não se esqueça de se proteger para o passeio, o sol é forte e o calor castiga. Procure fazer em horários com o sol mais baixo e não tente ir a todas as vinícolas, pois como já disse, você vai perceber que  depois de visitar a terceira são todas parecidas.

A primeira parada foi no Museu do Vinho, local mantido pela vinícola San Felipo. De cara, vimos que boa parte dos turistas prefere realmente fazer o tour de bike...

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No museu do vinho tem um pequeno tour que conta a história do vinho em Mendoza, os instrumentos que eram usados na época, detalhes do processo de fabricação e uma pequena degustação de uma taça de vinho.

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Para nossa tristeza, não houve visita à clave - que é o local onde o vinho envelhece e a parte mais interessante da vinícola :-( O tour é grátis.

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A segunda parada foi em uma fazenda de produção de azeite de oliva chamada Entre Olivos. Paga-se 20 pesos para um tour sobre a produção do azeite, uma degustacao de azeites com pães e patês doces e salvados  e degustação de licores. O tour não vale a pena! E a degustação não vale os 10 pesos... O pão velho e a maioria dos patês não agradaram, só escaparam os de mostarda e o de doce de leite com chocolate.

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O grande destaque desta parada, entretanto, foi nossa passagem por um pequeno restaurante que tem no local - o Good Beef. Pedimos uns pastéis e um refrigerante. O local é extremamente agradável, os donos muitos simpáticos e os petiscos saborosíssimos.

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Foi a primeira vez que comi um pastel frito na brasa ;-)

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A terceira parada foi na vinícola Trapiche, uma das mais bonitas que já visitei. O tour é pago.

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O tour sai um pouco do lugar comum, dá ênfase à história da empresa e trata o vinho como coadjuvante, ao contrário do que ocorre nas outras vinícolas.

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Assim como no Museu do Vinho, não permite acesso ao local de envelhecimento dos vinhos. Por outro lado, no fundo do edifício há uma plantação de oliveira onde é possível comer a azeitona do pé. Independente disso, o local é muito bonito, da sala de recepção ao local de degustação. Tente agendar com antecedência a  visita por telefone, pois a vinícola é uma das maiores e muito concorrida. Caso não reserve, é provável não encontre vaga. Recomendo a visita!

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A última parada foi para o almoço no La Melesca. A pedida foi uma lasanha a bolonhesa e um bife de lomo. A lasanha estava bem saborosa, já o bife não estava dos melhores. Há um cardápio especial para quem vai de bike, com descontos de 20%, mas apenas para pagamento em dinheiro. Vá ao La Melesca se não tiver uma opção melhor para seguir.

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